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sábado, 30 de julho de 2011

Educação Pública

Oposição CSP-Conlutas faz balanço da greve da educação no RN

Após o fim de uma greve de 80 dias, a maior desde 1984, a Oposição CSP-Conlutas na Educação apresenta um balanço sobre o resultado da paralisação na rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte. Neste vídeo, a Oposição à direção do Sinte/RN aponta os responsáveis pelo resultado da greve.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Rio Grande do Norte

GREVE ESTADUAL DA EDUCAÇÃO CHEGA AO FIM

Após mais de 80 dias de paralisação, terminou na tarde desta quarta-feira, dia 20, a mais longa greve dos trabalhadores da educação do Rio Grande do Norte. Em assembleia realizada na E.E. Winston Churchill, os servidores encerraram o movimento mesmo sem aceitar a proposta do governo e sem alcançar as reivindicações desejadas. O fim da greve foi votado depois de mais uma rodada de negociação com o intransigente governo de Rosalba Ciarlini (DEM), representado pela Secretária de Educação, Betânia Ramalho.

Na reunião, o governo manteve a proposta de escalonamento do reajuste salarial de 34% entre setembro e dezembro deste ano e a implementação dos 21,7% previstos para aumento do piso salarial nacional em janeiro de 2012. A opinião dos trabalhadores é de que financeiramente não houve avanço nenhum. A categoria acabou a greve diante de muitos ataques da governadora Rosalba, que ameaçou cortar salários, demitir professores e ainda teve a ajuda da justiça para tornar o movimento ilegal. “A multa diária contra o Sindicato pode subir para R$100 mil, R$ 500 mil ou até um milhão”, chegou a ameaçar o Procurador do Estado.

Para a professora Luciana Lima, da Oposição CSP-Conlutas na Educação, a direção do sindicato também é responsável pela derrota da greve. “A intransigência de Rosalba foi brutal contra os trabalhadores, mas a direção do Sinte se perdeu no movimento e nunca encaminhava as lutas aprovadas pela categoria nas assembleias. A direção é responsável porque não fortaleceu a greve nas ruas.”, disse Luciana.

Para a professora Amanda Gurgel, o sentimento dos trabalhadores não era o de encerrar a paralisação. “Essa decisão não reflete o sentimento da categoria. Muitos professores saíram dizendo que não sabiam como iriam olhar para os alunos por conta do constrangimento a que fomos submetidos e pelas ameaças feitas pela governadora e pelo Poder Judiciário”, revelou Amanda.

A professora, que também faz oposição à direção estadual do Sinte, ainda denunciou que muitas pessoas presentes à assembleia “não pisavam no sindicato há pelo menos dez anos, mas foram mobilizadas pela Secretaria de Educação para aprovar o fim da greve e manter seus cargos comissionados.”.

Foto: Tribuna do Norte

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Denúncia

O GOLPE DA DIREÇÃO DO SINTE/RN E O CONGRESSO QUE NÃO RESPEITA A DEMOCRACIA

Mesmo contrariando decisão da categoria em assembleias, direção do Sinte (PT/CUT) iniciou congresso do sindicato neste dia 28 de junho

O Congresso Estadual do SINTE-RN deve ser realizado a cada dois anos, segundo seu Estatuto. É o que assegura o artigo 15: “O Congresso é o organismo máximo de deliberação do SINTE-RN”. E o parágrafo único desse artigo garante: “O Congresso Ordinário será realizado de dois em dois anos, preferencialmente no último trimestre do ano.”. O artigo 19 diz que são atribuições do Congresso: a) Analisar e discutir a conjuntura nacional, bem como deliberar posicionamentos dos trabalhadores em educação do Estado do Rio Grande do Norte frente ao seu funcionamento e desenvolvimento; b) analisar e discutir a política sindical local, nacional e internacional deliberando sobre questões que visem avançar e fortalecer a organização dos trabalhadores; c) analisar, discutir e deliberar sobre a política educacional brasileira; d) deliberar sobre o programa de trabalho do SINTE-RN; e) analisar a situação específica dos trabalhadores em educação; f) elaborar um plano de ação política para o SINTE-RN; g) reformular ou adendar o Estatuto do SINTE-RN.

O último Congresso do nosso sindicato aconteceu em Natal, no mês de dezembro de 2005. Durante todo esse período a Direção do SINTE, além de desrespeitar o estatuto e a categoria, estava empenhada em apoiar os governos de Lula, de Vilma de Faria e, em Natal, o governo do prefeito Carlos Eduardo. O governo Dilma vai continuar com as políticas que atacam os trabalhadores e a educação. A Direção do SINTE já declarou que as apóia integralmente. Essa política governista da Direção do SINTE é o que justifica a negativa em realizar o Congresso de dois em dois anos, como assegura o estatuto. A Direção quer cada vez mais o poder político, financeiro e administrativo do nosso sindicato para transformar mais ainda o SINTE em um sindicato governista a serviço do Partido dos Trabalhadores (PT) e do governo Dilma.

A direção do SINTE, seguindo a política da CNTE e da CUT, entidades sindicais governistas, chapa branca, apoiou o Piso Nacional de Salário de 950,00 reais para 40h, quando em muitos estados e municípios a carga horária já é de 30h semanais. O governo aplicou o PNE deixado pelo governo FHC sem propor as mudanças que os trabalhadores em educação sempre defenderam em suas lutas como o piso no valor do Salário Mínimo do DIEESE, com jornada de 20 horas, formação continuada com afastamento das atividades, Planos de Carreiras dignos e 10% do PIB já para a educação pública, rumo a 15%.

A Direção do SINTE trocou o fortalecimento da greve pela realização do Congresso. Uma greve dura dos educadores contra a intransigência da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que nem mesmo respeita os direitos dos trabalhadores, garantidos em lei. Por várias vezes, em assembleia, os trabalhadores aprovaram resolução de adiamento do Congresso, afirmando que este só deveria ser realizado dois meses depois do final da greve. Como a Direção não respeita e não cumpre nenhuma resolução aprovada nas instâncias do sindicato, a não ser a de seu interesse, está realizando o Congresso nos dias 28, 29 e 30 de junho/2011.

A categoria deliberou pela continuidade da greve e seu fortalecimento e demonstrou que a realização do Congresso coloca a greve em segundo plano. Ou seja, a greve não é prioridade para a Direção do SINTE, que a abandonou a mais uma derrota.

A direção do Sinte liquidou a democracia do sindicato
A Direção do SINTE liquidou a democracia no nosso sindicato. Utiliza toda a estrutura física e financeira para seus interesses políticos, tanto no campo sindical quanto no campo político. Por um lado, ao defender as políticas econômicas e educacionais dos governos de Lula e Dilma sustentam o PT e seus parlamentares como defensores dos trabalhadores e da educação pública.

A realização do Congresso contra a vontade da categoria em greve atende aos interesses do PT, do deputado Mineiro e da deputada Fátima Bezerra. Esses parlamentares, que foram da nossa categoria, são coniventes com o desrespeito à categoria e com a realização do Congresso de forma autoritária.

A própria Direção do SINTE e os professores da CTB, que entraram na justiça para a realização do Congresso, já tinham discutido um acordo para o Congresso ser realizado em novembro/2011. Mas, de repente, depois de anunciar o adiamento, a Direção descumpre e mantêm o Congresso para o final de junho/2011. Ou seja, a Direção do SINTE, ao manter o Congresso impõe mais uma derrota da greve dos trabalhadores em educação da rede estadual. A Direção prefere um Congresso com maioria para aprovar resoluções que lhe dê mais controle sobre o sindicato.

Em respeito aos trabalhadores em educação do RN e às suas várias decisões de adiamento do Congresso, sendo a mais recente votada no último dia 21 de junho, a Oposição CSP-Conlutas na Educação, da qual a Regional do Sinte de Ceará-Mirim faz parte, decidiu não participar deste Congresso autoritário, realizado em desacordo com a vontade da categoria. Não iremos legitimar a falta de democracia da Direção do SINTE.

A Oposição CSP-Conlutas/RN na Educação defende:

*Pelo respeito à Democracia e ao Estatuto do Sindicato!
*Pelo cumprimento das deliberações da categoria!
*Por um Congresso do Sinte/RN democrático e pela vontade dos trabalhadores!
*Contra o PNE de Dilma!
*Pelo investimento de 10% do PIB na Educação Já!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Rede Estadual de Educação

Assembleia decide pela continuidade da greve

Em assembleia realizada na tarde desta segunda-feira (27), os trabalhadores estaduais da educação do RN decidiram pela continuidade da greve. Agora o objetivo é fortalecer a união com os demais servidores em greve para intensificar a luta e dar mais fôlego ao movimento.

A categoria aprovou proposta para realizar um grande ato público, no dia 06 de julho, unindo todos os servidores públicos que estejam ou não em greve. No dia anterior (05), haverá ainda mais uma assembleia de greve, as 8h, na Escola Winston Churchill.

Também foi decidido que o Sindicato deverá veicular um cartaz de mídia externa como busdoor (na traseira dos ônibus) ou outdoor, denunciando o fato de a Governadora ter dinheiro e não honrar os compromissos com a educação.

Fonte: Com informações do Sinte/RN

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Fala, Professora Amanda!

Com amplíssima diferença de votos, assembleia da Rede Estadual do RN ratifica adiamento do congresso do SINTE

Amanda Gurgel, professora da rede estadual de ensino do RN e da rede municipal de Natal

Após o vexame da última assembleia, realizada no dia 14 de junho, em que a direção do SINTE/RN valeu-se mais uma vez das suas manobras para impedir que a categoria debatesse temas de seu interesse, acendendo na base o sentimento de revolta, levando trabalhadoras a quase chegarem às “vias de fato” com a direção, o polêmico tema da realização do congresso da categoria em período de greve da Rede Estadual foi retomado na assembleia do dia 21.

O imbróglio em torno do congresso tem a sua origem no descumprimento pela direção atual do estatuto da entidade, que determina a sua realização a cada 2 anos. Ocorre que pessoas que ingressaram no magistério público do RN e de Natal a partir de 2005 não tiveram ainda a oportunidade de participar dessa importante instância de deliberação da sua entidade representativa, já que a direção não encaminha o congresso há seis anos, ou seja, são três congressos em atraso!

Diante da flagrante arbitrariedade da direção, a oposição CTB entrou com recurso na justiça exigindo que o congresso fosse realizado ainda no primeiro semestre desse ano. Com a obrigação determinada por força judicial, a direção procedeu à realização do congresso conferindo-lhe um caráter absolutamente formal. Primeiro, estabeleceu o critério de proporção de 01 delegado a cada 30 trabalhadores (as) por turno, o que simplesmente impossibilitaria a maioria das escolas do RN de elegerem representantes, já que praticamente não temos escolas com essa quantidade de trabalhadores (as) por turno, muito menos sindicalizad@s, visto que o contingente de terceirizad@s e contratad@s aumenta cada vez mais. Além disso, disponibilizou as atas e normas para retirada de delegad@s, assim como todas as informações referentes ao congresso, em tempo insuficiente para eleição dos representantes nas escolas cuj@s professores (as) não concordam com as práticas da direção, sobretudo porque não havia nem mesmo cartazes divulgando o evento.

Diante da deflagração da greve da Rede Estadual, o que impossibilita a retirada de delegad@s nessas escolas, houve um acordo entre as partes envolvidas no processo judicial e todas as forças – as da direção e as da oposição – para que o congresso fosse adiado para os dias 10, 11 e 12 de novembro, no Praiamar, hotel da capital em que ocorrem muitos eventos da educação. Isso ficou muito bem claro para tod@s, no entanto, poucos dias depois fomos surpreendidos pela presença de cartazes divulgando o congresso nos dias 28, 29 e 30 de junho, em Nísia Floresta (uma cidade da Grande Natal, relativamente distante). Obviamente, tratava-se de um golpe da direção que demonstrou não ter interesse em reunir a categoria em torno de um congresso. Primeiro quando o atrasou em 6 anos, depois quando foi obrigada pela justiça a realizá-lo e conferiu-lhe um caráter meramente formal (com data inviável e critério impossível para eleição de delegad@s). Por ultimo, quando passou por cima de um acordo entre as correntes, antecipando a sua data em cinco meses sem qualquer tipo de discussão, favorecendo a retirada de delegad@s apenas nas escolas em que exerce influência.

É fácil compreender porque a direção não quer um congresso democrático do qual a categoria participe efetivamente. Há muito tempo a maioria d@s dirigentes do SINTE não sabe o que é o cotidiano de uma escola e não tem interesse em debater os problemas que realmente afligem a categoria, sobretudo nesse momento em que está em debate o PNE 2011 – 2020, cuja política que aprofunda ainda mais os problemas já existentes nas escolas é defendida por ela, que é base do Governo Federal. Além disso, não querem debater questões fundamentais do regimento da entidade, que pretendemos reavaliar, como o funcionamento das eleições para direção do SINTE, bem como o período limite para ocupação dos seus cargos pela mesma pessoa.

A polêmica foi levantada na assembleia do dia 14 de junho, que sofreu uma manobra da direção. Num passe de mágica – depois de tantos apelos feitos pela oposição e por outr@s professores (as) da base, ainda durante a greve do município e desde o início da greve do estado para que o SINTE construísse o “Fora Micarla” juntamente com os demais setores – de repente, resolveu sair em passeata “em solidariedade” à juventude que há uma semana já ocupava a Câmara de Vereadores, bastando a oposição apresentar como encaminhamento a votação do adiamento do congresso. A justificativa dada para que a assembleia se dissolvesse foi a urgência em dar apoio à juventude e a irresponsabilidade da oposição que queria “dispersar a categoria” e não construir a caminhada, muito embora eu mesma tivesse utilizado o microfone, nas vezes em que tive oportunidade de fazê-lo nas assembleias, para chamar a direção e a categoria para engrossar o “Fora Micarla”, chegando até mesmo a conversar diretamente com um representante da juventude do PT na tentativa de que ele convencesse a direção disso.

Atenta a todo esse movimento, a categoria não vacilou. Tendo sido defendidas as duas propostas, uma que previa um congresso democrático, participativo, cuja realização não interferisse na mobilização da greve do estado; e a outra que previa uma congresso antidemocrático, baseado em critérios burocratizados e que desviaria o foco da atenção da categoria que, nesse momento, sem dúvida, tem que estar na greve, votou massivamente na primeira proposta, defendida pela oposição. Mas a batalha não foi encerrada, mesmo depois da votação, a direção ainda alegou questões judiciais para uma possível manutenção da data.

Nós lembramos que a justiça só pode ser empecilho quando não há acordo entre as partes. A CTB manifestou publicamente o seu acordo com o adiamento do congresso, comprometendo-se inclusive manifestá-lo na instância judicial. Falta apenas a direção do SINTE/RN cumprir o que foi decidido por mais de 90% da sua base na assembleia do dia 21/06, enviando ao juiz, com a máxima urgência, a ata da ocasião para que ele tome ciência de que se trata de um consenso entre as partes e, sobretudo, um desejo da categoria manifestado em instância democrática de decisão. Resolvido finalmente o imbróglio do adiamento, sugerimos que a data para o congresso seja definida a partir de uma discussão ou a partir de uma mínima consulta à base, levando-se em consideração a peculiaridade do momento após uma greve longa, e que se observe o critério da sua realização pelo menos 60 dias após o fim da greve do Estado.

domingo, 5 de junho de 2011

Rede Estadual de Educação

SERVIDORES ESTADUAIS DA EDUCAÇÃO MANTÊM GREVE

Na tarde de sexta-feira (03), a Assembleia do Sinte-RN deliberou pela continuidade da Greve dos Professores por tempo indeterminado. Desta vez, não houve discordância ou discordantes, todos, numa só voz, levantaram as mãos pela Greve. A proposta do Governo, que se baseou num índice de reajuste fantasioso, visto que o salário com a Gratificação é de R$ 1076 e não de R$ 930, como consta na tabela 1 apresentada pelo governo.

O Governo ofereceu uma migalha de R$ 1.246,35 iniciais para nível superior, que é a sua interpretação do Piso e apenas para o final do ano. A inflação alta corroeria esse aumento mesmo antes de entrar em vigor e no início do próximo ano já estaríamos numa situação ainda mais calamitosa. Os professores pedem a Equiparação Salarial com as outras categorias, valorizando a Educação, pois hoje somos discriminados nesta questão salarial.

Os encaminhamentos da assembleia foram os seguintes:

• Reafirmação da continuidade da greve;
• Reafirmação da pauta de negociação entregue ao governo do estado no início da greve;
• Próxima assembleia quarta-feira (8), às 8h30, na Escola Estadual Winston Churchil;
• Participar do ato do Fora Micarla, terça-feira (7). Concentração às 9 horas, na Praça Cívica, rumo a Câmara Municipal de Natal, para entregar o abaixo assinado do Fora Micarla;
• Assembleia pública terça-feira (7), às 14h30, na frente do Colégio Atheneu. Às 15 horas, início do ato contra a Lei de Responsabilidade Fiscal. Em defesa da Escola Pública e dos Trabalhadores em Educação. Realização do ato político-cultural no Calçadão da Rua João Pessoa.
• Veiculação de um VT, colocando para a população a condição em que se encontra a escola pública da rede estadual de ensino e os motivos da greve dos trabalhadores em educação;
• Veicular na imprensa uma nota pública convidando a população para participar do ato do dia 07 de junho.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Greve da Educação - Ceará-Mirim

Com protesto, Sinte de Ceará-Mirim cobra acordo de greve feito com a prefeitura
Na manhã de hoje, 21, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE/RN) - Regional de Ceará-Mirim realizou um ato público para cobrar do prefeito da cidade, Antônio Peixoto (PR), uma resposta sobre o não cumprimento do acordo da greve de agosto passado. De acordo com a diretoria do sindicato, a pauta de reivindicações não foi atendida no prazo estabelecido pela prefeitura. O ato também teve o objetivo de agendar uma audiência com o prefeito a fim de resolver o impasse.
A diretoria da Regional de Ceará-Mirim, junto com cerca de 20 trabalhadores, concentrou-se na praça ao lado do prédio da prefeitura para pressionar o executivo por uma reunião. Com o auxílio de um carro de som, os manifestantes denunciaram a postura do prefeito Antônio Peixoto de descumprir o acordo de greve. Os pontos principais do acordo eram o pagamento de 10% correspondente ao Plano de Cargos e Salários, que deveria ter sido feito desde janeiro desse ano; apresentação de calendário para a reforma das escolas e compra de material de trabalho para os Auxiliares de Serviços Gerais, além da organização de uma comissão para avaliar a implementação da Insalubridade e do Plano de Cargos dos funcionários da educação.
O ato começou por volta das 8 horas e encerrou-se às 11h, quando a prefeitura marcou uma audiência com o sindicato para a próxima terça-feira, 27, às 9 horas, na sede do poder executivo. A manifestação de hoje serviu para fechar o processo de paralisações das escolas da rede munipal, ocorridas ontem e hoje.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Educação São Gonçalo (RN)

Chapa apoiada pela Conlutas vence eleições da educação em São Gonçalo do Amarante

Na madrugada do último dia 8, quinta-feira, os trabalhadores da educação em São Gonçalo do Amarante (RN) alcançaram uma importante vitória. A Chapa 2 – Oposição na Luta, que disputava contra a atual direção, organizada na Chapa 1 e comandada pela CTB, venceu as eleições do Núcleo do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE/RN) de São Gonçalo do Amarante. A vitória consolidou o crescimento da oposição na cidade e expressou a vontade de professores e funcionários em combater o governismo da direção do CTB.

A eleição ocorreu durante toda a quarta-feira, dia 7, em dez urnas, sendo duas fixas e oito circulando pelas escolas. A direção do SINTE fez de tudo para atrasar a saída das urnas, dificultando a entrega da diária dos mesários e até escalando motoristas de táxi que não conheciam o roteiro das urnas. Ao todo, foram 578 votos. A Chapa 1 (situação) obteve 174, enquanto a Chapa 2 (Oposição) chegou a marca de 331, alcançando, assim, 70% dos votos. De acordo com a Chapa 2, essa vitória foi uma resposta da categoria contra todo o governismo praticado pela direção do sindicato no últimos anos.

Apoiada pela Conlutas/RN e pelo Núcleo do Sindsaúde de São Gonçalo, a Chapa 2 fez uma campanha bastante politizada, com o objetivo de mobilizar os trabalhadores da educação para enfrentar os ataques do prefeito do município, Jaime Calado (PR), e lutar para arrancar mais conquistas que possam melhorar as condições de vida e trabalho de toda a categoria.

Na opinião de uma das integrantes da Oposição, Socorro Sousa, com esta vitória, o movimento da educação, ao lado do Núcleo do Sindsaúde, terá mais forçar na luta política e econômica contra Jaime Calado e a Câmara Municipal.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Greve da Saúde em São Gonçalo

Prefeito de São Gonçalo usa truculência contra trabalhadores da saúde


Na manhã de hoje, 8, o prefeito de São Gonçalo do Amarante/RN, Jaime Calado (PR), revelou mais uma vez como a truculência é uma das marcas de sua administração. Durante uma manifestação pacífica, os servidores da saúde do município, em greve desde o último dia 2, bloquearam a passagem do carro do prefeito, exigindo que ele apresentasse uma proposta sobre a pauta de reivindicações da categoria. Como resposta, Jaime Calado ameaçou processar os trabalhadores que protestavam e ainda permitiu que seu motorista avançasse com o carro sobre os trabalhadores.

As ameaças aconteceram por volta das 11 horas, em frente à Escola Municipal Maria das Neves. Após uma passeata, saída do gancho do Igapó em direção ao posto de saúde do Amarante, os servidores se dirigiram à escola, onde Jaime Calado realizava atividades da prefeitura.

Do lado de fora do prédio, em protesto pacífico, os trabalhadores pediam que o prefeito abrisse uma negociação com a categoria sobre a pauta da greve. Numa demonstração de intransigência e de antidemocracia, Jaime Calado primeiro chamou a polícia para intimidar os manifestantes, afirmando que o protesto estava atrapalhando as aulas. Os servidores resolveram interromper os protestos por vinte minutos até que as aulas terminassem.

Em seguida, ao sair da escola, o prefeito não só ignorou mais uma vez os servidores como também agiu com truculência, permitindo que seu motorista avançasse com o carro sobre uma trabalhadora. Ao final, ainda fez uma clara ameaça: pediu a um de seus assessores para filmar bem o rosto de cada um dos servidores, dizendo que iria processar todos que participaram do protesto. “Filme aí, que eu quero ver a cara de todo mundo. Vou processar um por um.”, ameaçava o prefeito.

Logo depois do protesto, o Núcleo do Sindsaúde de São Gonçalo recebeu uma liminar expedida pelo Juiz Paulo Sérgio da Silva Lima, da 1ª Vara Civil de São Gonçalo, a pedido da prefeitura do município. No documento, o juiz questiona o direito de greve dos servidores da saúde, determinando a paralisação ilegal, mesmo sendo garantido o funcionamento de 30% desse serviço essencial. A liminar ainda determina que, caso a greve não termine amanhã, às 11h30, o sindicato receberá uma multa de R$ 500 mil.

De acordo com o coordenador do Sindsaúde de São Gonçalo, Vivaldo Júnior, o sindicato não vai se intimidar diante das ameaças de Jaime Calado. “O Núcleo do Sindsaúde de São Gonçalo Amarante condena tais práticas truculentas e antidemocráticas do prefeito, que trata os servidores da saúde do município como se fossem criminosos, através de atos de violência e perseguições políticas.”, afirmou.

O Sindsaúde já acionou sua assessoria jurídica para recorrer da decisão judicial que torna a greve ilegal.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Greve da Saúde

Trabalahdores da saúde de São Gonçalo entram em greve amanhã


A partir de amanhã, 2, os trabalhadores da saúde do município de São Gonçalo do Amarante/RN vão cruzar os braços para defender seus direitos, salários e melhores condições de trabalho. É o que garante Vivaldo Júnior, um dos coordenadores do Núcleo do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sinsdaúde/RN) de São Gonçalo.

De acordo com o coordenador, o prefeito Jaime Calado (PR) rejeitou a pauta de reivindicações dos trabalhadores, afirmando que não poderia atendê-la em virtude da diminuição do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), ocasionada pela crise econômica mundial. “O prefeito diz que não tem dinheiro, mas em julho aprovou uma reforma administrativa que criou vários cargos comissionados a um custo de R$ 500 mil reais por mês.”, afirma Vivaldo Júnior.

Ainda de acordo com o sindicato, por mês, apenas com cargos comissionados, o gabinete do prefeito gasta R$ 33.400,00. Já a secretaria de comunicação e a secretaria de saúde consomem, respectivamente, R$ 22.000,00 e R$ 52.600,00. “Um verdadeiro absurdo frente aos salários pagos aos agentes de saúde e de endemias, que recebem R$ 465.”, denuncia Vivaldo.

A pauta da greve da saúde reivindica reajuste de 22,4% na tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS), atualização da gratificação de produtividade em 34% sobre o salário base, aquisição de equipamento de proteção individual, inclusão dos agentes de saúde no PCS e na gratificação de produtividade, além da realização de concurso público para todas as áreas da saúde.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

14 de agosto - Dia Nacional de Luta

Protestos e paralisações marcam o dia 14 em Natal


O dia nacional de luta começou cedo para os trabalhadores da capital do Rio Grande do Norte. Pela manhã, por volta das 8 horas, algumas categorias, como correios e bancários, lançaram suas campanhas salariais e paralisaram as atividades por uma hora. Durante as paralisações, os trabalhadores também protestaram contra as demissões, os baixos salários e em defesa dos direitos sociais. Ainda pela manhã, o MST ocupou o prédio do INSS de Natal para prestar solidariedade aos quatro servidores em greve de fome contra perdas salariais. A greve completou 25 dias no dia 14 e cada um dos trabalhadores já perdeu 10 quilos.


Passeata fecha avenida


As paralisações e os protestos ocorridos pela manhã eram a preparação para o grande ato de logo mais. Por volta das 15 horas, centenas de trabalhadores começaram a se concentrar no início da Avenida Rio Branco, uma das principais do centro da cidade, para realizar uma passeata. Organizada pela Conlutas, Intersindical, CTB, Força Sindical, CGT, MST e diversos sindicatos, a manifestação reuniu cerca de 1000 pessoas em protesto contra os governos e os efeitos da crise econômica. A CUT foi a única que não compareceu ao protesto.


Com faixas, bandeiras e carros de som, os manifestantes fecharam a avenida e seguiram em caminhada pelas ruas do centro até o Calçadão da Rua João Pessoa, onde o ato foi encerrado. Durante o protesto, muitas palavras-de-ordem podiam ser ouvidas. “Crise econômica, não pago não! Quero dinheiro pra saúde e educação!” e “Pra banqueiro é bilhão! E para o povo é só gripe e demissão!”, eram as mais cantadas. A corrupção no Senado também foi alvo de protestos. Muitos manifestantes exigiam o “Fora Sarney” e a constituição de uma câmara parlamentar única com mandatos revogáveis.


“Os culpados pela crise têm nome”


Ao contrário das centrais sindicais governistas, a Conlutas não poupou denúncias ao governo Lula, principal responsável pelos ataques aos trabalhadores. Alexandre Guedes, dirigente da Conlutas no estado, culpou Lula pelas mais de 800 mil demissões no país. “O governo Lula até agora só tomou medidas para salvar os banqueiros da bancarrota. Mas não tomou nenhuma medida para evitar as demissões e impedir que a classe trabalhadora pague os prejuízos. Nós acreditamos que os trabalhadores têm que ter uma saída para a crise e essa saída precisa ser socialista.”, defendeu.


Ao final do ato, o clima entre os estudantes e trabalhadores era de que o primeiro passo para construir uma jornada de greves havia sido dado.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

14 de agosto: dia nacional de luta

Sinte/RN Umarizal chama protesto para amanhã

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte – Regional Umarizal convocou para amanhã, 14 de agosto, um ato público para protestar contra o desemprego, os baixos salários, a corrupção no Senado e a criminalização dos movimentos sociais. O chamado foi feito a todas as categorias de trabalhadores e organizações sociais do município que desejem lutar contra os efeitos da crise econômica e em defesa da valorização dos trabalhadores e do serviço público.

A concentração do ato será às 8 horas, em frente às escolas estaduais Zenon de Souza e 11 de Agosto. A manifestação promete, ainda, sair em passeata pelas ruas da cidade chamando os demais trabalhadores para se incorporarem ao protesto. O ato público é parte da jornada do Dia Nacional de Luta, convocado pelas centrais sindicais e movimentos sociais mais importantes do país.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

14 de agosto: dia nacional de luta

Centrais sindicais e movimentos sociais organizam jornada de lutas em Natal
Protestos vão preparar o clima para o grande ato do dia 14 de agosto
As centrais sindicais e os movimentos sociais mais importantes do país vão realizar nesta semana, em Natal, uma jornada de protestos que culminará no grande ato do dia 14 de agosto. A ideia é preparar o clima de lutas no Rio Grande do Norte, unificando diversas categorias de trabalhadores para enfrentar as demissões, a redução salarial e os governos.
O MST, a Conlutas, a Intersindical e a Assembleia Popular organizaram várias manifestações e debates que ocorrem entre os dias 11 e 13. Muitas categorias já começaram suas campanhas salariais e estão dispostas a unificar as lutas para combater os patrões e os efeitos da crise econômica. A preparação para o dia 14 não envolve apenas a cidade de Natal. Os trabalhadores de municípios vizinhos também estão se mobilizando, como é o caso dos servidores da educação de Ceará-Mirim, em greve desde o dia 22 de julho.
Alexandre Guedes, um dos dirigentes da Conlutas no Rio Grande do Norte, avalia a construção dessa jornada de protestos como um momento muito importante para a luta dos trabalhadores. “Essa jornada é fundamental para os trabalhadores. É parte de uma ação em resposta à crise econômica, mas também é contra os responsáveis por ela. Além das empresas e bancos, é preciso enfrentar os administradores do capitalismo, como é o caso do governo Lula”, defendeu.

domingo, 9 de agosto de 2009

Greve dos trabalhadores da educação de Ceará-Mirim segue firme

Os trabalhadores da educação de Ceará-Mirim estão dispostos a manter firme a greve iniciada no mês passado. No entendimento do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Ceará-Mirim (Sinte), a prefeitura não avançou muito nas negociações da última audiência, na sexta-feira passada. De acordo a coordenadora do sindicato, Ana Célia, “a pauta de reivindicações está longe de ser atendida”.

O prefeito Antônio Peixoto (PR) afirmou que pagaria 50% do 13º salário em setembro e que veria a possibilidade de atender o restante da pauta. No caso das denúncias contra os péssimos serviços da empresa que faz o transporte escolar, o prefeito disse que vai apurar os problemas. Sobre o reajuste salarial de 65% da categoria e o fim do contrato milionário com a empresa terceirizada Realce Terceirização e Construção, Antônio Peixoto afirmou apenas que consultaria o Tribunal de Contas para saber se seria possível o aumento de salário e a contratação de pessoal sem a empresa.

Quanto à questão da Insalubridade, a situação é a mesma das outras reivindicações. Continua sem avanços. A prefeitura disse que vai solicitar do Ministério do Trabalho um laudo para avaliar a necessidade ou não de pagar o direito. E a construção de refeitórios nas escolas do município só terá um cronograma no final de agosto.

O sindicato fará amanhã, às 8 horas, na sede do Sinte, uma assembléia de avaliação da audiência com o prefeito, além de discutir a continuação da greve, visto que as negociações não avançaram.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ceará-Mirim

Trabalhadores em educação de Ceará-Mirim
fazem passeata e mantêm greve


Na manhã de hoje, 27, os trabalhadores em educação de Ceará-Mirim-RN, em greve desde o último dia 22, realizaram uma assembleia para encaminhar as próximas atividades do movimento. A categoria aprovou um calendário de lutas para o resto da semana e uma passeata, realizada logo após a assembleia. Como a prefeitura ainda não havia dado resposta sobre as reivindicações dos trabalhadores, também foi aprovada a manutenção da greve por tempo indeterminado. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Ceará-Mirim, a paralisação tem adesão de 90% da categoria.

Passeata demonstrou força da greve
A passeata que ocorreu depois da assembleia mostrou a disposição da categoria em continuar na luta até que as reivindicações sejam atendidas. Estudantes das escolas da redondeza também participaram do protesto.


Durante o ato, dezenas de trabalhadores tomaram a Avenida General João Varela numa caminhada em direção ao prédio da prefeitura. O protesto denunciou o descaso do prefeito Antônio Peixoto (PR) com a educação pública e reforçou a pauta exigida por professores e funcionários.

Com faixas e carro de som, a manifestação também se posicionou contra as demissões e a redução de salários e direitos, motivadas pela crise econômica. Uma das faixas dizia: “Não vamos pagar por nenhuma crise, nem mundial nem municipal.”. A palavra de ordem mais cantada na passeata era “Greve, sim! Prefeito quis assim!”.

Prefeitura desrespeita trabalhadores

O protesto seguiu até a prefeitura, onde se concentrou para exigir uma audiência com o prefeito. De acordo com o coordenador do sindicato, José Roberto Silva, o município tem recursos para atender às reivindicações dos trabalhadores, mas o prefeito prefere garantir o lucro da empresa terceirizada Realce Terceirização e Construção. Ainda segundo José Roberto, a folha de pagamento dos professores não chega aos R$ 900 mil. Entretanto, em maio, os gastos do município com a empresa chegaram a R$ 1 mi e 700mil, conforme documento fornecido pelo contador da prefeitura.


(Clique na imagem para ampliar)
Na opinião dos trabalhadores, Antônio Peixoto está desrespeitando a categoria, que já acumula 30% de perdas salariais e não pode ser penalizada pela Lei de Responsabilidade Fiscal que impede o aumento dos investimentos no serviço público.
Após muita pressão do lado de fora, a secretária de gabinete do prefeito aceitou receber uma comissão de representantes dos trabalhadores e marcou para amanhã, às 10 horas, uma audiência de negociação com a prefeitura.
Mas os professores e os funcionários da educação de Ceará-Mirim sabem da urgência de sua pauta e não estão dispostos a aceitar qualquer proposta. “Caso não haja avanço na pauta de reivindicações, a greve vai continuar.”, garantiu a professora Eliane Xavier.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ceará-Mirim

Trabalhadores da educação de Ceará-Mirim entram em greve
Na última quarta-feira, 22, após a realização de uma assembleia, os professores e funcionários da educação de Ceará-Mirim entraram em greve. Entre as principais reivindicações da categoria, estão reajuste salarial de 65%, melhoria nas estruturas das escolas e ônibus escolares, inclusão dos funcionários no Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), adicional de insalubridade e atualização do PCCS dos professores.
De acordo com o coordenador do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Ceará-Mirim, José Roberto Silva, o prefeito Antônio Peixoto (PR) alega não ter dinheiro para atender às reivindicações dos trabalhadores. “Ele [o prefeito] diz que a arrecadação caiu, mas a prefeitura recebe do Fundeb R$ 1 milhão e 400 mil. Também foi contratada uma empresa terceirizada que em maio custou ao município R$ 1 milhão e 700 mil. Então, como não tem dinheiro?”, destacou.
O sindicato marcou para amanhã, às 8h, um ato público com o objetivo de divulgar a greve. A manifestação acontece na Feira de Ceará-Mirim, no Centro. E na segunda-feira, 27, será realizada uma assembleia para discutir as próximas atividades da greve.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Oposição Unificada realiza plenária

No último sábado, 23 de maio, a Chapa 2 - Oposição Unificada realizou uma importante plenária na Federação dos Trabalhadores da Agricultura (FETARN). Mesmo com as fortes chuvas que caíram em Natal neste fim de semana, os membros da chapa, da categoria e demais apoiadores se reuniram para discutir os próximos passos da campanha.

Durante toda a manhã, cerca de 50 pessoas participaram da plenária organizativa, que serviu também para fortalecer a preparação política da Chapa 2. O encontro definiu as próximas visitas a serem feitas pela chapa, bem como a intensificação da campanha em Natal e no interior do estado durante essa semana.

A Oposição Unificada vem recebendo muitos informes animadores dos locais que já visitou. A boa receptividade da campanha diante da categoria vai confirmando - dia após dia - a disposição da base do SINTE em mudar a direção do sindicato. Esse sentimento de mudança está sendo canalizado pela Chapa 2, já que esta é a única independente dos governos e verdadeiramente de luta.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

PLENÁRIA DA OPOSIÇÃO

O Local da nossa plenária deste sábado é a Fetarn na Rua Apodi de frente a Unimed! Natal.
Todos que querem mudar estão convidados!!!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

DISPUTA PELO SINTE

Vai ter disputa no SINTE
O sindicato dos profissionais em educação do Rio Grande do Norte, aquele que decide com os professores se haverá ou não greve e outras questões classistas no setor educacional do estado elegerá em junho próximo sua nova diretoria.Pelo que se prenuncia será grande a disputa pelo controle da entidade. A briga pelo comando do sindicato deve ser entre PT que deseja permanecer e o PCdoB. A disputa é antiga.
Postado por Blog do Vlaudey Liberato às 02:08

Na verdade esta informação está incompleta. Realmente irá acontecer eleições para a diretoria do SINTE -RN em junho, mais precisamente no dia 17 de junho. Estão na disputa pela nova diretoria três chapas. Duas representadas por dirigentes da atual diretoria que racharam e disputam as eleições separadas. As duas são comandadas por dois partidos aliados da governadora Wilma de Farias, PT e PC do B, portanto são consideradas chapas brancas, ou como queiram, governistas. Uma dessas chapas se mantêm na direção do SINTE desde sua criação. A outra chapa, a terceira, realmente de oposição é composta por várias correntes do movimento que atuam na oposição ao SINTE. Esta chapa ainda conta com a participação de várias pessoas que não participam de agremiações politicas. Na disputa pela gestão do SINTE-RN se defrontam apenas dois projetos, já que as duas chapas PT E PC do B são umbilicalmente ligadas ao governo Wilma de Farias. O outro projeto, da terceira chapa, representa a busca pela autonomia e independência dos governos. Como deve ser todo e qualquer sindicato classista.


Um forte abraço fraterno !!!!
E vamos à Luta!!!
Profº Mendes /Currais Novos / E.E Capitão Mor Galvão/E.E Tristão de Barros
contatos:
mendes-neto2004@ig.com.br
telefones: 3412-0058